Este será nosso Diário Coletivo do PIESC 4 - Caiucá I. Por aqui todos deverão alimentar suas NARRATIVAS e CASOS. Será nosso registro SEMANAL. Poderemos ter acesso, fazer comentários e perceber a evolução qualitativa de cada um no processo de aprendizagem deste semestre.
PLANO
DE ENSINO
Módulo:
O Ser Humano 3 – Agressão e Defesa
(MEDC0009)
Tipo:
Obrigatório Ano: 2 Semestre: 4
Total de Créditos: 07
Período:
31/08/2015 a 16/01/2016 Carga horária: 90h (Teórica:
15h, Prática: 75h).
Ementa:
Os serviços de saúde e a
abordagem aos pacientes com dor, febre, fadiga, perda de peso e
anemias. Rede de Atenção à saúde. Epidemiologia clínica.
Abordagem sistêmica em saúde. Gestão em saúde. Princípios da
vigilância epidemiológica.
Locais
de desenvolvimento da aprendizagem: USF/Policlinica do Salgado rede
municipal de Caruaru – 80% atenção primaria 20% atenção
secundária (unidade de urgências).
Vínculo
com a Rede
O campo de prática do
PIESC 4 será a Policlínica do Salgado e as Unidades Saúde da
Família. Em consonância com o edital de integração ensino em
serviço da Secretaria de Saúde de Caruaru o estágio a que se
refere este projeto prever:
- Valorização da Preceptoria: Certificação dos profissionais envolvidos na preceptoria dos estudantes em campo de atuação, garantia de livre fluxo e uso das dependência do curso médico (biblioteca, laboratórios...), facilitação dos eventos organizados pelo curso, curso de qualificação de preceptores.
- Satisfação dos usuários: pesquisa semestral sobre a percepção e satisfação dos usuários com a presença e atuação dos estudantes.
- Co-gestão do estágio: processo de avaliação integrado com o Nucleo de educação Permanente (NEP).
- Longitudinalidade de atuação: teremos estudantes em contato com as equipes num processo de ensino e aprendizagem que visa qualificar a atenção as pessoas com urgência e emergência de forma contínua.
- Estágio envolvendo necessidade epidemiologia e social: o estágio se propõe formar médicos com maior capacidade de manter-se em trabalho em equipe e com o olhar para o cidadão busca estar estruturado a partir de competências humanísticas éticas que façam enfrentamento a morbimortalidade das causas agudas.
Esse módulo busca também
integrar-se com os módulos temáticos interdisciplinares e durante
esse semestre os módulos serão: Fadiga, Perda de Peso e
Anemias; Dor; Febre, inflamação, Infecção,
Módulo de Iniciação Científica e Avaliação 2.
USF
Caiucá I
Rua
Ribeiro, 604, Caiucá, Caruaru-PE.
Preceptores:
Maria do Carmo (enfermeira) e Bruno
(médico)
Professor:
Hugo Melo
GRUPO
A:
Abdias
Pereira Diniz Neto
Layse
Ciane Silveira Cirino de Britto Galvão
Jefferson
Bezerra Gomes
José
Igor da Silva Batista
GRUPO
B:
Antônio
Henrique Amorim Soares
Ícaro
Timóteo Balboa de Albuquerque
Paloma
Lopes de Melo
Rayssa
Batista da Silva
Estágio
de reconhecimento em serviço de atenção secundaria (UPA do
Salgado-Caruaru)
Dias e Horários
A
proposta é que a prática inicie na segunda feira 31/08/2015 e
termine no domingo 16/01/2016. Os estudantes farão rodízio e haverá
duplas (dia de semana ou finais de semana) ou trios (somente nos
finais de semana) de estudantes durante todos os dias, inclusive
feriados. O horário obrigatório será de quatro horas, podendo ser
estendido para seis horas caso o estudante desejar e se a equipe
permitir. Das segundas as sextas o horário será das 18 até as 22
horas com a possibilidade de estender até 0h e nos finais de semanas
será de 08horas até as 12 horas com a possibilidade de estender até
as 14h. Cada estudante irá semanalmente à maternidade (no mesmo dia
da semana) durante três semanas consecutivas. E após o término
dessas três semanas, um outro grupo de estudantes iniciarão esse
campo de prática, e assim sucessivamente até completar os cinco
grupos.
Metodologia das Práticas
Os
estudantes ficarão sob a supervisão da equipe de urgência do dia e
deverá acompanhar o médicos e enfermeiros, observando seus afazeres
no acolhimento classificação de risco, atendimento médico,
procedimentos médicos e de enfermagem. O professor responsável
estará a disponibilidade do estudante por meios de comunicação, no
momento da prática, deverá ser comunicado/acionado caso haja alguma
necessidade.
Dos estudantes
A
lista dos estudantes, bem como o professor responsável em que estão
relacionados encontra-se descrito no item 3 desse documento. Não
poderá haver troca sem a prévia autorização do professor
responsável. Os estudantes não deverão estar inseridos na
policlínica, fora do horário e dia destinado a ele. Pedimos que por
gentileza chequem os nomes e se necessário a identificação dos
estudantes antes do início da prática.
Frequências dos Estudantes
Cada
estudante levará a sua folha de frequência para o local do estágio
e o mesmo deverá ser assinado pela preceptora referência do grupo
(médico ou enfermeiro do dia) na hora da saída do estudante.
Alimentação
Os
estudantes serão informados que não haverá alimentação
disponível para os mesmos e que eles deverão ou levar alimento ou
já chegarem alimentados.
Roupa
Os estudantes serão
informados que deverão trazer consigo uma roupa limpa, apropriada e
bem identificada para ser usada no dia da prática. Caso o estudante
não tenha a roupa no dia, ele deverá se ausentar da prática. (o
uso de bata/jaleco com identificação é obrigatório)
Cronograma
|
Dia
da Semana
|
Horário
|
1a
Data
|
2a
Data
|
3a
Data
|
Estudantes
|
|
Segunda
|
18-22h
(0h)
|
21/09/15
|
28/09/15
|
05/10/15
|
Jefferson
Bezerra Gomes
José
Igor da Silva Batista
|
|
Terça-feira
|
18-22h
(0h)
|
22/09/15
|
29/09/15
|
06/10/15
|
Ícaro
Timóteo Balboa de Albuquerque
Layse
Ciane Silveira Cirino de Britto Galvão
|
|
Quarta
feira
|
18-22h
(0h)
|
23/09/15
|
30/09/15
|
07/10/15
|
Paloma
Lopes de Melo
Rayssa
Batista da Silva
|
|
Sábado
|
08-12h
(14h)
|
26/09/15
|
03/10/15
|
10/10/15
|
Abdias
Pereira Diniz Neto
Antonio
Henrique Amorim Soares
|
METODOLOGIA
PROPOSTA PARA SUPERVISÃO NO PIESC
Em sintonia com as
diretrizes para o ensino da Atenção Primaria a saúde no Brasil,
pela associação brasileira de medicina da família e comunidade, em
sintonia com as DCN e o PPP do curso a coordenação deste módulo
sugere um formato de problematização da prática com as seguintes
metodologias integradas :
a.Observação
participante
b.Problematização
clínica centrada no cuidado
c.Acompanhamento de
matriz de competências
- OBSERVAÇÃO PARTICIPANTE:
“Bogdan e Taylor (1975)
definiram Observação participante como uma investigação
caracterizada
por interacções sociais
intensas, entre investigador e sujeitos, no meio destes, sendo um
procedimento durante o qual os dados são recolhidos de forma
sistematizada. A expressão “Observação Participante” tende
ainda, de acordo com Lapassade (2001), a designar o trabalho de
campo no seu conjunto, desde a chegada do investigador ao campo de
pesquisa, quando inicia negociações para conseguir acesso a este e
se continua numa visita prévia, com o reconhecimento do espaço ou
campo de observação. Pode conjugar o estatuto de
investigador/observador, mesmo que seja conhecido por uma parte do
grupo, sendo que este trabalho de campo continua em cada
momento/“tempo” de presença e até que o investigador o
abandona depois de uma estadia mais ou menos longa”
O
Docente do PIESC assim como os estudantes desenvolverão nesta
metodologia uma capacidade crítica e reflexiva em relação a
vivência nas USF e na Policlínica do Salgado, que deverá se dar ao
longo do módulo em no mínimo 4 etapas (segundo leininger-1985):
Observação
inicial,
Observação
inicial com alguma participação,
Participação
com alguma observação
Observação
reflexiva
Estas
etapas serão acompanhadas da feitura do diário de campo do
estudante onde o mesmo descreverá em forma de narrativas que
integrem o que foi vivenciado, na semana do curso, dando foco ou
disparando, a partir do PIESC. Neste Diário constará também a
descrição de casos clínicos observados e ou acompanhados pelo
estudante, com o foco, ou prioridade, para os casos que estejam em
sintonia com os módulos tutoriais (Febre, Inflamação e Infecção,
Dor e Fadiga Perda de Peso e Anemias), os casos devem também
explorar os espaços onde ocorreram , ou seja : primeira consulta na
USF, consulta subsequente na USF, acolhimento, grupo, visita
domiciliar, consulta de intercorrências, consulta de urgências
(UPA) consulta de classificação de risco(UPA).
O
Diário terá 4 capítulos referentes as fases de observação e
nestes capítulos constará duas entradas (mínimas) por semana, com
uma narrativa e um relato de caso.
- Problematização clínica Centrada no Cuidado O Docente do PIESC, na problematização semanal com o grupo de estudantes, produzirá uma dinâmica de análise e aprofundamento das vivências do grupo a partir da observação participante dos mesmos seguindo as seguintes etapas:
- Semana narrativa
1.Leitura
e socialização dos resumos das narrativas e dos casos (40 min)
2.Seleção
de uma narrativa e de uma caso para aprofundamento teórico
conceitual perlo grupo (10Min)
3.Aprofundamento
da narrativa (leitura total e discussão (analise, síntese,
resolução, aplicação) 1h
4.Avaliação
da atividade feed back 10min
- Semana Caso
1.Leitura
dos relatos de caso (10min)
2.Aprofundamento
sobre o caso (1h)
3.
propostas de ações para o caso ( 50 min)
4.Avaliação
da atividade Feed back 10min
- Acompanhamento de matriz de competências
- Semana análise de Competências
Na semana de análise
de competências que acontecerá para o estudante no inicio meio e
fim do modulo o docente no seu grupo desencadeará as seguintes
etapas:
- Inicio:
O estudante terá
fazer sua auto avaliação inicial, como proposto no instrumento de
avaliação em anexo, (na semana 1 após apresentação do PIESC
pelo coordenador)
O docente realizará a
leitura da matriz de competência de seus estudantes
O docente dará o feed
back inicial na perspectiva de estratégia de rota, individual ou em
grupo.(1h)
- Meio
Os estudantes
agendaram com o docente a melhor semana para o feed back formativo
Nesta semana o docente
lerá a matriz de competência de cada estudante (1h)
Após leitura feed
back conforme instrumento( satisfatório , insatisfatório e onde e
como precisa melhorar)
- Fim
Na última semana do
PIESC o docente recebera a matriz definitiva dos estudantes com as
avaliações e observações anteriores e dará a avaliação final
do mesmo conforme o instrumento Satisfatório ou Insatisfatório.
Avaliação do Módulo PIESC - 4
A
avaliação do módulo que é formativa e somativa, será
desencadeada conforme metodologia proposta das seguinte forma:
- Avaliação formativa
- Avaliação da aquisição de competência
A
avaliação formativa tem o intuito de corrigir rotas, orientar
caminhos e mudanças de posturas, assim como a sugerir aprofundar
conhecimentos com estratégias sugeridas pelo docente. Não tem fim
classificatório nem punitivo. Deve ser construída em ambiente de
serenidade, companheirismo e fraternidade.
- Avaliação Somativa
Tendo
em vista que a UFPE trabalha com modelo de avaliação somativa
definidora de percurso do estudante o PIESC 4 atribuirá a nota pela
composição dos seguintes instrumentos avaliados:
1
Diário de campo- 20% da nota final
2
Matriz de competências adquiridas- 20% da nota final
3
Avaliação docente - 30% da nota final
4
Relato de caso final - 10% da nota
5
OSCE- 20% da nota final
Cronograma
do Módulo PIESC 4
|
Semana
/ data
|
1
24
a 21 do 08
|
2
31
A 04 do 09
|
3
7
a 11
Do
9
|
5
21
a 25 do 9
|
6
28
a 02 do
10
|
7
5
a 9
Do
10
|
8
12
a 16 do 10
|
9
19
a
23
do 10
|
10
26
a 30 do 10
|
11
2
a 6 do 11
|
12
9
a 13 do 11
|
13
16
a 20
do
11
|
14
23
a 27
Do
11
|
15
30
a 4
Do
12
|
|
Semana
narrativa
|
V
|
V
|
|
V
|
|
V
|
|
|
V
|
|
V
|
|
V
Obser.
Reflexiva
|
|
|
Semana
caso
|
X
|
|
X
|
|
X
|
|
X
|
|
|
X
|
|
X
|
X
|
|
|
Avaliação
de competências
|
Forma
tiva
|
Forma
tiva
|
|
|
|
|
|
Forma
tiva
|
|
|
|
|
|
Soma
tiva
|
|
Diário
de campo
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
X
|
|
|
Avaliação
do módulo
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
FO
|
SO
|
Anexo. Modelo
de Relato de Caso centrado na pessoa: SOAP
Subjetivo:
“Subjetivo”
(S) Nessa parte se anotam as informações recolhidas na entrevista
clínica sobre o motivo da consulta ou o problema de saúde em
questão. Inclui as impressões subjetivas do profissional de saúde
e as expressadas pela pessoa que está sendo cuidada (CANTALE, 2003).
Se tivermos como referencial o “método clínico centrado na
pessoa” (MCCP), é nessa seção que exploramos a “experiência
da doença” ou a “experiência do problema” vivida pela própria
pessoa, componente fundamental do MCCP (STEWART, 2010).
Objetivo:
“Objetivo”
(O) Nessa parte se anotam os dados positivos (e negativos que se
configurarem importantes) do exame físico e dos exames
complementares, incluindo os laboratoriais disponíveis (CANTALE,
2003).
Avaliação:
“Avaliação”
(A) Após a coleta e o registro organizado dos dados e informações
subjetivas (S) e objetivas (O), o profissional de saúde faz uma
avaliação (A) mais precisa em relação ao problema, queixa ou
necessidade de saúde, definindo-o e denominando-o (CANTALE, 2003).
Nessa parte se poderá utilizar, se for o caso, algum sistema de
classificação de problemas clínicos, por exemplo, o CIAP -
Classificação Internacional de Atenção Primária (WONCA, 2009).
Plano:
“Plano”
(P) A parte final da nota de evolução SOAP é o plano (P) de
cuidados ou condutas que serão tomados em relação ao problema ou
necessidade avaliada. De maneira geral, podem existir quatro tipos
principais de planos (CANTALE, 2003): 1) Planos Diagnósticos: nos
quais se planejam as provas diagnósticas necessárias para
elucidação do problema, se for o caso; 2) Planos Terapêuticos: nos
quais se registram as indicações terapêuticas planejadas para a
resolução ou manejo do problema da pessoa: medicamentos, dietas,
mudanças de hábitos, entre outras; 3) Planos de Seguimento: nos
quais se expõem as estratégias de seguimento longitudinal e
continuado da pessoa e do problema em questão; 4) Planos de Educação
em Saúde: nos quais se registram brevemente as informações e
orientações apresentadas e negociadas com a pessoa, em relação ao
problema em questão.
Anexo. Modelo
de Relato de Casos Simplificados (tradicional)
Espaço
da
consulta:__________________________________________________________________(local,
modalidade)
Profissão
condutora:____________________
Tempo
de duração da Consulta:___________
Nome___________________________________________________idade___________________Raça/cor_____________
Religião:_________________________________função:__________________sexo:_______________________________
Breve
histórico de Vida:
Motivo
da consulta:
Queixa
Principal:
História
da doença
Interrogatório
por sistemas:
Antecedentes
Patológicos:
Antecedentes
comportamentais (atividades físicas, uso de drogas, alimentação):
Medicações
em uso, motivo e tempo de uso:
Lista
de problemas:
Lista
de potenciais:
Hipótese
diagnosticas:
Diagnósticos
definitivos
Plano
de cuidados:
Anexo. Modelo
de Relato de Caso clinico
Instruções gerais
Deve-se tratar da
descrição de casos clínicos envolvendo situações raras, nunca ou
pouco descritas na literatura, assim como aquelas que incluam formas
inovadoras de diagnóstico e/ou tratamento.
O artigo de relato de
caso clínico deverá contar os seguintes itens: Título em
português, Resumo, 1 Introdução, 2 Relato do caso clínico, 3
Discussão, Título em inglês, Abstract e Referências.
É imprescindível que
sua submissão venha acompanhada do parecer de aprovação do Comitê
de Ética que deve ser enviado como documento suplementar.
Segue modelo / sugestão:
TÍTULO EM PORTUGUÊS
RESUMO
Para artigos de relatos de casos clínicos, redigir um resumo com até 150 palavras. O resumo deverá conter as informações relevantes de forma clara e precisa, permitindo ao leitor ter uma ideia geral do estudo. Deverá ressaltar a originalidade do caso e seus aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos mais importantes. Não usar abreviações e símbolos. Não citar referências.
Para artigos de relatos de casos clínicos, redigir um resumo com até 150 palavras. O resumo deverá conter as informações relevantes de forma clara e precisa, permitindo ao leitor ter uma ideia geral do estudo. Deverá ressaltar a originalidade do caso e seus aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos mais importantes. Não usar abreviações e símbolos. Não citar referências.
Palavras-chave: Citar
entre três e seis palavras ou expressões-chave. Deverão ser
baseadas nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) publicado pela
BIREME, que é uma tradução do Medical Subject Headings (MeSH) da
National Library of Medicine e está disponível no endereço
eletrônico http://decs.bvs.br.
As palavras e/ou expressões devem ser separadas entre si por ponto
final. Atenção às maiúsculas no inicio de cada palavra.
1 INTRODUÇÃO
A introdução deverá
ser sucinta, apenas para introduzir o caso/diagnóstico e justificar
a lacuna na literatura e sua importância para a comunidade
científica, mas sem revisão extensa de literatura. Ao final,
apresentar os objetivos do estudo de forma clara e precisa. Não
deverão existir palavras em negrito.
2 RELATO DO CASO CLÍNICO
Descrever o caso com
informações claras, ilustrando-o com fotos clínicas, com exames
por imagens e resultados de exames histopatológicos e de outros
exames laboratoriais, quando se aplicar. Citar a aprovação no
Comitê de Ética em Pesquisa e submeter o parecer como
documento suplementar. Citar ainda, a autorização do
paciente/responsável para divulgação do caso clínico.
Ilustrações: Deverão
ser citadas no texto e numeradas em algarismos arábicos na ordem de
aparecimento, sempre com legenda explicativa. Entende-se por legenda
explicativa: tipo de Ilustração e título. (São considerados tipos
de Ilustração: Gráficos, Esquemas, Fotografias etc.) Deverão
estar adequadamente inseridas no corpo do manuscrito e deverão ser
anexados também como documentos suplementares, com qualidade
satisfatória. Todo tipo de Ilustração deve apresentar fonte, ainda
que sejam os próprios autores (como no exemplo de Tabela).
Fotografia 1 ― Paciente
após controle da doença cárie, com perda da dimensão vertical.
Fonte ― Os autores (2009).
3 DISCUSSÃO
Associar o relato de caso
a uma revisão sistemática da literatura, porém apresentá-la de
forma comparativa e sucinta, podendo utilizar tabelas e gráficos.
Deverão ser realçadas as informações novas e originais, comparado
ao que foi achado na literatura e explicando as diferenças que
ocorrerem. Explique os aspectos importantes do estudo e suas
implicações, bem como suas limitações e faça recomendações
decorrentes.
Tabelas: deverão ser
citadas no texto e numeradas em algarismos arábicos na ordem de
aparecimento, com título e legenda explicativa, quando se aplicar.
Deverão seguir o padrão ABNT, utilizando apenas linhas horizontais,
no cabeçalho e pé da Tabela. Não utilize linhas verticais. Todas
as tabelas deverão apresentar a fonte, quando forem os autores.
Fonte ― Os
autores (ano)
* Obs.: não é para
colocar os sobrenomes é para ficar “Os autores (2010).” mesmo
TÍTULO EM INGLÊS
ABSTRACT
O abstract do manuscrito deve ser fiel ao resumo em Português e não uma versão. Deverá ser escrito por profissional reconhecido em traduções médicas.
Keywords: Citar os correspondentes aos descritores (palavras-chave) conforme aparecerem no DeCS. Deverão ser apresentados na mesma ordem em que foram citados.
O abstract do manuscrito deve ser fiel ao resumo em Português e não uma versão. Deverá ser escrito por profissional reconhecido em traduções médicas.
Keywords: Citar os correspondentes aos descritores (palavras-chave) conforme aparecerem no DeCS. Deverão ser apresentados na mesma ordem em que foram citados.
REFERÊNCIAS
Todos os autores citados no texto deverão constar dessa seção. Ordene-as em ordem alfabética, seguindo as normas da ABNT. O alinhamento das referências deve ser à esquerda (não justificar).
Todos os autores citados no texto deverão constar dessa seção. Ordene-as em ordem alfabética, seguindo as normas da ABNT. O alinhamento das referências deve ser à esquerda (não justificar).
Ex: 1 autor: KLOETZEL,
2001
2 autores: EATON; KONNER,
1985
3 autores: SILVA; MACEDO;
ROCHA, 2008
mais de 3 autores: MANN
et al., 1962
No texto, quando não
estão entre parênteses, citar até 3 autores e, em caso de mais de
3, citar o primeiro seguido de “e outros”. Em caso de periódicos
utilize seu nome por extenso (não abreviado) e não esqueça de
introduzir a cidade da publicação do periódico.
Siga corretamente a
formatação, os espaços e a pontuação, observando os exemplos.
Exemplo – texto em
periódico científico:
MATSUDO, S. M. Atividade física na promoção da saúde e qualidade de vida no envelhecimento. Revista Brasileira Educação Física Especial, São Paulo, v. 20, n. 5, p. 135-137, set. 2006.
MATSUDO, S. M. Atividade física na promoção da saúde e qualidade de vida no envelhecimento. Revista Brasileira Educação Física Especial, São Paulo, v. 20, n. 5, p. 135-137, set. 2006.
Exemplo –
livro:
MARZANO-PARISOLI, M. M. Pensar o corpo. Petrópolis: Vozes, 2004.
MARZANO-PARISOLI, M. M. Pensar o corpo. Petrópolis: Vozes, 2004.
Exemplo – dissertação
/ tese:
PRADO, S. M. A. Aderência à Atividade Física em Mulheres Submetidas a Cirurgia por Câncer de Mama. 183 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem), Faculdade de Enfermagem, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2001.
PRADO, S. M. A. Aderência à Atividade Física em Mulheres Submetidas a Cirurgia por Câncer de Mama. 183 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem), Faculdade de Enfermagem, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2001.
Exemplo –
capítulo de livro ou texto dentro de outro:
KUITERS, A. T.; VAN BECKHOVEN, K.; ERNEST, W. H. O. Chemical of trees litters on herbaceous vegetation. In: FANTA, A. Forest dynamics research in Western in Central Europe. Washington: Pudoc, 1986. p. 140-170
KUITERS, A. T.; VAN BECKHOVEN, K.; ERNEST, W. H. O. Chemical of trees litters on herbaceous vegetation. In: FANTA, A. Forest dynamics research in Western in Central Europe. Washington: Pudoc, 1986. p. 140-170
Exemplo – consulta de
site
WHO. World Health Organization. Health, history and hard choices: Funding dilemmas in a fast in a fast-changing world. Global Health Histories, Geneva, ago, 2006. Disponível em: <http://www.who.int/global_health_histories/seminars/presentation07.pdf >. Acesso em 5 dez 2008.
WHO. World Health Organization. Health, history and hard choices: Funding dilemmas in a fast in a fast-changing world. Global Health Histories, Geneva, ago, 2006. Disponível em: <http://www.who.int/global_health_histories/seminars/presentation07.pdf >. Acesso em 5 dez 2008.
Outras instruções:
– Não identifique os
autores no documento. A folha de rosto (ver modelo) deve ser enviada
como documento suplementar.
– As Ilustrações,
tabelas e gráficos devem aparecer no texto (se houver) e devem
também ser enviadas como documentos suplementares.
Atenção!
O manuscrito poderá conter até 2.000 (duas mil) palavras e 30 (trinta) referências. O texto deverá ser digitado em espaço 2 (duplo) em todas as seções, excetuando-se Tabelas e Ilustrações, seus títulos e legendas. Usar o processador de texto Microsoft Word® (favor gravar como doc, evitando docx) e fonte Times New Roman 12. Não dar destaque a trechos do texto: não sublinhar e não usar negrito. Ao submeter o manuscrito, abrir-se-á um protocolo. As fases até a aprovação são: 1. Check list de submissão (a fim de verificar se as normas de publicação na HU Revistas foram adotadas); 2. Avaliação por pares; 3. Correções, quando necessárias (e novas rodadas de avaliação, se preciso); e 4. Decisão editorial. Depois desse processo o manuscrito passa para a fase de editoração, com as devidas revisões de Português e ABNT. Concluídas todas as etapas descritas, o manuscrito pode então ser publicado, como artigo de relato de caso clínico.
O manuscrito poderá conter até 2.000 (duas mil) palavras e 30 (trinta) referências. O texto deverá ser digitado em espaço 2 (duplo) em todas as seções, excetuando-se Tabelas e Ilustrações, seus títulos e legendas. Usar o processador de texto Microsoft Word® (favor gravar como doc, evitando docx) e fonte Times New Roman 12. Não dar destaque a trechos do texto: não sublinhar e não usar negrito. Ao submeter o manuscrito, abrir-se-á um protocolo. As fases até a aprovação são: 1. Check list de submissão (a fim de verificar se as normas de publicação na HU Revistas foram adotadas); 2. Avaliação por pares; 3. Correções, quando necessárias (e novas rodadas de avaliação, se preciso); e 4. Decisão editorial. Depois desse processo o manuscrito passa para a fase de editoração, com as devidas revisões de Português e ABNT. Concluídas todas as etapas descritas, o manuscrito pode então ser publicado, como artigo de relato de caso clínico.
Anexo. Como
escrever um texto narrativo?
A
estrutura de uma redação narrativa é a seguinte:
- Apresentação / Introdução
- Conflitos / Desenvolvimento
- Clímax / Ápice da história
- Conclusão / Desfecho
Assim
como na dissertação
a narrativa possui os três elementos básicos da estrutura de um
texto que são introdução, desenvolvimento e conclusão. Na
apresentação ou introdução o autor deve apresentar os personagens
e suas especificidades ao leitor, situá-lo sobre o espaço e tempo
daquela história. Ao desenvolvimento cabe a parte dos conflitos,
onde os personagens encontram-se em situações difíceis e a
história deve se desenrolar sem maiores dificuldades, o clímax é
exatamente o ápice destas situações, a parte “x” que vai
prender a atenção do leitor. E a conclusão é exatamente o
desfecho destes conflitos, onde tudo tem ou não uma solução para
os personagens.
Os
narradores se dividem em três tipos diferentes.
São eles:
- Narrador-personagem: Neste caso o narrador participa da história que ele mesmo conta, assumindo assim os dois papéis. Aqui a história é contada sempre em 1º pessoa.
- Narrador-observador: É aquele que apenas observa os fatos e os relata sem interferência alguma. A história aqui é narrada em 3º pessoa .( forma a ser adotada no PIESC-4)
- Narrador-onisciente: É aquele narrador que sabe de tudo o que se passa na trama e está presente até mesmo nos pensamentos dos personagens. A história neste caso também é contada em 3º pessoa.
Importante também para um bom texto narrativo é a criatividade do autor. Este
estilo é sem dúvida o que predomina na literatura e
o que não falta são livros para servir de inspiração. Escrever um
texto que prenda a atenção do leitor é essencial, seja este texto
um humor, drama ou mesmo um romance.
Retirado
de:
http://www.estudopratico.com.br/redacao-narrativa-tipos-e-dicas-de-como-escrever/
DIÁRIO
DE AVALIAÇÃO DAS
COMPETÊNCIAS
A SEREM DESENVOLVIDAS
PIESC
4:
Orientações
para utilização do Diário de competências:
Estudantes,
Professores e Preceptores:
Este
diário de avaliação das competências a serem adquiridas ao longo
do PIESC-4, deve ser um instrumento a ser utilizado como um
acompanhamento formativo dos estudantes em auto avaliação e
avaliação de sua supervisão ( docente e preceptores).
Este diário esta
subdividido nas 5 temáticas centrais da matriz de competências do
revalida que são: atenção à saúde, tomada de decisão,
administração e gerenciamento, educação permanente e comunicação.
Estas temáticas contemplam também as Diretrizes Curriculares
Nacionais e tem o intuito sintetizar, em uma tabela as seguintes
especificações: na primeira coluna consta as competências gerais
(representadas em algarismos romanos) e as competências específicas
em algarismo arábico. Estas competências foram analisadas e
definidas pelo um grupo de mais de 30 docentes a luz da referência
da matriz do revalida.
Estas competências
(primeira coluna) ganharam níveis de desenvolvimento a serem
alcançados (segunda coluna) que tem na taxonomia do desenvolvimento
educacional de Bloom a maior referência. Esta classificação é uma
análise dos docentes do curso das metas de alcance, no que se refere
as competências a serem adquiridas pelos estudantes.
Nas colunas seguintes (3
e 4) estão os ambientes educacionais prioritários e adjuvante para
o desenvolvimento e aquisição, no nível que se espera das
competências em questão.
As duas últimas colunas
serão os campos de preenchimento da avalição dos estudantes da
seguinte forma:
Cada estudante terá que
ter pelo menos 3 avaliações registradas uma no início do PIESC
(primeira semana) uma na 8 semana e uma na última semana.
A primeira deve ser uma
auto avaliação do momento em que se encontra referente a
competência sugerida, nesta auto avaliação o estudante utilizará
a mesma classificação do nível de desenvolvimento que se espera, e
fara sua análise da situação atual ou de partida antes do início
do PIESC-4. A segunda avaliação deverá ser realizada pelo
preceptor e ou o docente supervisor dos estagio nas USF. Esta
avaliação deverá desencadeada pelo estudante que articulará com
seu professor e ou preceptor uma data para feed back, perto da etapa
mediana do PIESC-4 (entre as semanas 6 e 9). Esta coluna será
preenchida, datada e rubricada com a seguinte classificação
Insatisfatório (I), Precisa Melhorar(PM), Satisfatório(S).
A terceira avaliação
deverá ser feita pelo estudante e pelo docente no intuito de
observar o alcance da aquisição da competência ao final do módulo
(PIESC-4) o estudante utilizara a classificação de Bloom, e o
docente a análise de alcance (I,PM,S)
DIÁRIO
DE AVALIAÇÃO DAS
COMPETÊNCIAS
A SEREM DESENVOLVIDAS
PIESC
4:
NÍVEIS
DE DESENVOLVIMENTO E AQUISIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS
(MODIFICADO A PARTIR DA
TAXONOMIA DE BLOOM):
1.
CONHECIMENTO ( LEMBRAR
INFORMAÇÕES E CONTEÚDOS PREVIAMENTE ABORDADOS)
2.
COMPREENSÃO (COMPREENDER E
DAR SIGNIFICADO AO CONTEÚDO)
3.
APLICAÇÃO(USAR
INFORMAÇÕES, MÉTODOS E CONTEÚDOS APRENDIDOS EM NOVAS SITUAÇÃO
CONCRETAS)
4.
ANÁLISE (SUBDIVIDIR O CONTEÚDO EM PARTES MENORES PARA ENTENDER O
CONTEÚDO FINAL)
5.
SINTESE (AGREGAR E JUNTAR
PARTES COM A FINALIDADE DE CRIAR UM NOVO TODO)
6.
AVALIAÇÃO (JULGAR O VALOR DO MATERIAL PARA UM PROPÓSITO
ESPECÍFICO)
A.
DESCONHECE
B.
RECONHECE TEORICAMENTE
C.
OBSERVOU VIRTUALMENTE
D.
OBSERVOU PRESENCIALMENTE
E.
REALIZOU PARCIALMENTE
SOB SUPERVISÃO
F.
REALIZOU TOTALMENTE SOB SUPERVISÃO
G.
REALIZOU AUTONOMAMENTE
P Posteriormente anexarei a tabela com as competências a serem desenvolvidas, para que todos possam preencher suas auto-avaliações e visualizar a avaliação que farei de vocês.