sábado, 29 de agosto de 2015

Oi, Pessoal!!

Este será nosso Diário Coletivo do PIESC 4 - Caiucá I. Por aqui todos deverão alimentar suas NARRATIVAS e CASOS. Será nosso registro SEMANAL. Poderemos ter acesso, fazer comentários e perceber a evolução qualitativa de cada um no processo de aprendizagem deste semestre.

PLANO DE ENSINO
Módulo: O Ser Humano 3 – Agressão e Defesa
(MEDC0009)

Tipo: Obrigatório Ano: 2 Semestre: 4 Total de Créditos: 07
Período: 31/08/2015 a 16/01/2016 Carga horária: 90h (Teórica: 15h, Prática: 75h).

Ementa: Os serviços de saúde e a abordagem aos pacientes com dor, febre, fadiga, perda de peso e anemias. Rede de Atenção à saúde. Epidemiologia clínica. Abordagem sistêmica em saúde. Gestão em saúde. Princípios da vigilância epidemiológica.
Locais de desenvolvimento da aprendizagem: USF/Policlinica do Salgado rede municipal de Caruaru – 80% atenção primaria 20% atenção secundária (unidade de urgências).

Vínculo com a Rede

O campo de prática do PIESC 4 será a Policlínica do Salgado e as Unidades Saúde da Família. Em consonância com o edital de integração ensino em serviço da Secretaria de Saúde de Caruaru o estágio a que se refere este projeto prever:
  • Valorização da Preceptoria: Certificação dos profissionais envolvidos na preceptoria dos estudantes em campo de atuação, garantia de livre fluxo e uso das dependência do curso médico (biblioteca, laboratórios...), facilitação dos eventos organizados pelo curso, curso de qualificação de preceptores.
  • Satisfação dos usuários: pesquisa semestral sobre a percepção e satisfação dos usuários com a presença e atuação dos estudantes.
  • Co-gestão do estágio: processo de avaliação integrado com o Nucleo de educação Permanente (NEP).
  • Longitudinalidade de atuação: teremos estudantes em contato com as equipes num processo de ensino e aprendizagem que visa qualificar a atenção as pessoas com urgência e emergência de forma contínua.
  • Estágio envolvendo necessidade epidemiologia e social: o estágio se propõe formar médicos com maior capacidade de manter-se em trabalho em equipe e com o olhar para o cidadão busca estar estruturado a partir de competências humanísticas éticas que façam enfrentamento a morbimortalidade das causas agudas.
Esse módulo busca também integrar-se com os módulos temáticos interdisciplinares e durante esse semestre os módulos serão: Fadiga, Perda de Peso e Anemias; Dor; Febre, inflamação, Infecção, Módulo de Iniciação Científica e Avaliação 2.

USF Caiucá I
Rua Ribeiro, 604, Caiucá, Caruaru-PE.
Preceptores: Maria do Carmo (enfermeira) e Bruno (médico) 
Professor: Hugo Melo
GRUPO A:
Abdias Pereira Diniz Neto
Layse Ciane Silveira Cirino de Britto Galvão
Jefferson Bezerra Gomes
José Igor da Silva Batista
GRUPO B:
Antônio Henrique Amorim Soares
Ícaro Timóteo Balboa de Albuquerque
Paloma Lopes de Melo
Rayssa Batista da Silva

Estágio de reconhecimento em serviço de atenção secundaria (UPA do Salgado-Caruaru)

Dias e Horários
A proposta é que a prática inicie na segunda feira 31/08/2015 e termine no domingo 16/01/2016. Os estudantes farão rodízio e haverá duplas (dia de semana ou finais de semana) ou trios (somente nos finais de semana) de estudantes durante todos os dias, inclusive feriados. O horário obrigatório será de quatro horas, podendo ser estendido para seis horas caso o estudante desejar e se a equipe permitir. Das segundas as sextas o horário será das 18 até as 22 horas com a possibilidade de estender até 0h e nos finais de semanas será de 08horas até as 12 horas com a possibilidade de estender até as 14h. Cada estudante irá semanalmente à maternidade (no mesmo dia da semana) durante três semanas consecutivas. E após o término dessas três semanas, um outro grupo de estudantes iniciarão esse campo de prática, e assim sucessivamente até completar os cinco grupos.
Metodologia das Práticas
Os estudantes ficarão sob a supervisão da equipe de urgência do dia e deverá acompanhar o médicos e enfermeiros, observando seus afazeres no acolhimento classificação de risco, atendimento médico, procedimentos médicos e de enfermagem. O professor responsável estará a disponibilidade do estudante por meios de comunicação, no momento da prática, deverá ser comunicado/acionado caso haja alguma necessidade.
Dos estudantes
A lista dos estudantes, bem como o professor responsável em que estão relacionados encontra-se descrito no item 3 desse documento. Não poderá haver troca sem a prévia autorização do professor responsável. Os estudantes não deverão estar inseridos na policlínica, fora do horário e dia destinado a ele. Pedimos que por gentileza chequem os nomes e se necessário a identificação dos estudantes antes do início da prática.
Frequências dos Estudantes
Cada estudante levará a sua folha de frequência para o local do estágio e o mesmo deverá ser assinado pela preceptora referência do grupo (médico ou enfermeiro do dia) na hora da saída do estudante.
Alimentação
Os estudantes serão informados que não haverá alimentação disponível para os mesmos e que eles deverão ou levar alimento ou já chegarem alimentados.
Roupa
Os estudantes serão informados que deverão trazer consigo uma roupa limpa, apropriada e bem identificada para ser usada no dia da prática. Caso o estudante não tenha a roupa no dia, ele deverá se ausentar da prática. (o uso de bata/jaleco com identificação é obrigatório)


Cronograma

Dia da Semana
Horário
1a Data
2a Data
3a Data
Estudantes
Segunda
18-22h (0h)
21/09/15
28/09/15
05/10/15
Jefferson Bezerra Gomes
José Igor da Silva Batista
Terça-feira
18-22h (0h)
22/09/15
29/09/15
06/10/15
Ícaro Timóteo Balboa de Albuquerque
Layse Ciane Silveira Cirino de Britto Galvão
Quarta feira
18-22h (0h)
23/09/15
30/09/15
07/10/15
Paloma Lopes de Melo
Rayssa Batista da Silva
Sábado
08-12h (14h)
26/09/15
03/10/15
10/10/15
Abdias Pereira Diniz Neto
Antonio Henrique Amorim Soares


METODOLOGIA PROPOSTA PARA SUPERVISÃO NO PIESC

Em sintonia com as diretrizes para o ensino da Atenção Primaria a saúde no Brasil, pela associação brasileira de medicina da família e comunidade, em sintonia com as DCN e o PPP do curso a coordenação deste módulo sugere um formato de problematização da prática com as seguintes metodologias integradas :
a.Observação participante
b.Problematização clínica centrada no cuidado
c.Acompanhamento de matriz de competências
  1. OBSERVAÇÃO PARTICIPANTE:
Bogdan e Taylor (1975) definiram Observação participante como uma investigação caracterizada
por interacções sociais intensas, entre investigador e sujeitos, no meio destes, sendo um procedimento durante o qual os dados são recolhidos de forma sistematizada. A expressão “Observação Participante” tende ainda, de acordo com Lapassade (2001), a designar o trabalho de campo no seu conjunto, desde a chegada do investigador ao campo de pesquisa, quando inicia negociações para conseguir acesso a este e se continua numa visita prévia, com o reconhecimento do espaço ou campo de observação. Pode conjugar o estatuto de investigador/observador, mesmo que seja conhecido por uma parte do grupo, sendo que este trabalho de campo continua em cada momento/“tempo” de presença e até que o investigador o abandona depois de uma estadia mais ou menos longa”

O Docente do PIESC assim como os estudantes desenvolverão nesta metodologia uma capacidade crítica e reflexiva em relação a vivência nas USF e na Policlínica do Salgado, que deverá se dar ao longo do módulo em no mínimo 4 etapas (segundo leininger-1985):
Observação inicial,
Observação inicial com alguma participação,
Participação com alguma observação

Observação reflexiva
Estas etapas serão acompanhadas da feitura do diário de campo do estudante onde o mesmo descreverá em forma de narrativas que integrem o que foi vivenciado, na semana do curso, dando foco ou disparando, a partir do PIESC. Neste Diário constará também a descrição de casos clínicos observados e ou acompanhados pelo estudante, com o foco, ou prioridade, para os casos que estejam em sintonia com os módulos tutoriais (Febre, Inflamação e Infecção, Dor e Fadiga Perda de Peso e Anemias), os casos devem também explorar os espaços onde ocorreram , ou seja : primeira consulta na USF, consulta subsequente na USF, acolhimento, grupo, visita domiciliar, consulta de intercorrências, consulta de urgências (UPA) consulta de classificação de risco(UPA).
O Diário terá 4 capítulos referentes as fases de observação e nestes capítulos constará duas entradas (mínimas) por semana, com uma narrativa e um relato de caso.
  1. Problematização clínica Centrada no Cuidado                                                                                O Docente do PIESC, na problematização semanal com o grupo de estudantes, produzirá uma dinâmica de análise e aprofundamento das vivências do grupo a partir da observação participante dos mesmos seguindo as seguintes etapas:
  • Semana narrativa
1.Leitura e socialização dos resumos das narrativas e dos casos (40 min)
2.Seleção de uma narrativa e de uma caso para aprofundamento teórico conceitual perlo grupo (10Min)
3.Aprofundamento da narrativa (leitura total e discussão (analise, síntese, resolução, aplicação) 1h
4.Avaliação da atividade feed back 10min
  • Semana Caso
1.Leitura dos relatos de caso (10min)
2.Aprofundamento sobre o caso (1h)
3. propostas de ações para o caso ( 50 min)
4.Avaliação da atividade Feed back 10min
  1. Acompanhamento de matriz de competências
  • Semana análise de Competências
Na semana de análise de competências que acontecerá para o estudante no inicio meio e fim do modulo o docente no seu grupo desencadeará as seguintes etapas:
  • Inicio:
O estudante terá fazer sua auto avaliação inicial, como proposto no instrumento de avaliação em anexo,      (na semana 1 após apresentação do PIESC pelo coordenador)
O docente realizará a leitura da matriz de competência de seus estudantes
O docente dará o feed back inicial na perspectiva de estratégia de rota, individual ou em grupo.(1h)
  • Meio
Os estudantes agendaram com o docente a melhor semana para o feed back formativo
Nesta semana o docente lerá a matriz de competência de cada estudante (1h)
Após leitura feed back conforme instrumento( satisfatório , insatisfatório e onde e como precisa melhorar)
  • Fim
Na última semana do PIESC o docente recebera a matriz definitiva dos estudantes com as avaliações e observações anteriores e dará a avaliação final do mesmo conforme o instrumento Satisfatório ou Insatisfatório.

Avaliação do Módulo PIESC - 4

A avaliação do módulo que é formativa e somativa, será desencadeada conforme metodologia proposta das seguinte forma:
  • Avaliação formativa
  • Avaliação da aquisição de competência
  • Avaliação semanal em “feed backs” pós problematização clinica centrada no cuidado.
A avaliação formativa tem o intuito de corrigir rotas, orientar caminhos e mudanças de posturas, assim como a sugerir aprofundar conhecimentos com estratégias sugeridas pelo docente. Não tem fim classificatório nem punitivo. Deve ser construída em ambiente de serenidade, companheirismo e fraternidade.
  • Avaliação Somativa
Tendo em vista que a UFPE trabalha com modelo de avaliação somativa definidora de percurso do estudante o PIESC 4 atribuirá a nota pela composição dos seguintes instrumentos avaliados:
1 Diário de campo- 20% da nota final
2 Matriz de competências adquiridas- 20% da nota final
3 Avaliação docente - 30% da nota final
4 Relato de caso final - 10% da nota
5 OSCE- 20% da nota final    

Cronograma do Módulo PIESC 4

Semana / data
1
24 a 21 do 08
2
31 A 04 do 09
3
7 a 11
Do 9
5
21 a 25 do 9
6
28 a 02 do
10
7
5 a 9
Do 10
8
12 a 16 do 10
9
19 a
23 do 10
10
26 a 30 do 10
11
2 a 6 do 11
12
9 a 13 do 11
13
16 a 20
do 11
14
23 a 27
Do 11
15
30 a 4
Do 12
Semana narrativa
V
V

V

V


V

V

V
Obser.
Reflexiva

Semana caso
X

X

X

X


X

X
X

Avaliação de competências

Forma
tiva

Forma
tiva




Forma
tiva






Soma
tiva
Diário de campo
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X

Avaliação do módulo
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
FO
SO


Anexo. Modelo de Relato de Caso centrado na pessoa: SOAP

Subjetivo:
Subjetivo” (S) Nessa parte se anotam as informações recolhidas na entrevista clínica sobre o motivo da consulta ou o problema de saúde em questão. Inclui as impressões subjetivas do profissional de saúde e as expressadas pela pessoa que está sendo cuidada (CANTALE, 2003). Se tivermos como referencial o “método clínico centrado na pessoa” (MCCP), é nessa seção que exploramos a “experiência da doença” ou a “experiência do problema” vivida pela própria pessoa, componente fundamental do MCCP (STEWART, 2010).

Objetivo:
Objetivo” (O) Nessa parte se anotam os dados positivos (e negativos que se configurarem importantes) do exame físico e dos exames complementares, incluindo os laboratoriais disponíveis (CANTALE, 2003).

Avaliação:
Avaliação” (A) Após a coleta e o registro organizado dos dados e informações subjetivas (S) e objetivas (O), o profissional de saúde faz uma avaliação (A) mais precisa em relação ao problema, queixa ou necessidade de saúde, definindo-o e denominando-o (CANTALE, 2003). Nessa parte se poderá utilizar, se for o caso, algum sistema de classificação de problemas clínicos, por exemplo, o CIAP - Classificação Internacional de Atenção Primária (WONCA, 2009).

Plano:
Plano” (P) A parte final da nota de evolução SOAP é o plano (P) de cuidados ou condutas que serão tomados em relação ao problema ou necessidade avaliada. De maneira geral, podem existir quatro tipos principais de planos (CANTALE, 2003): 1) Planos Diagnósticos: nos quais se planejam as provas diagnósticas necessárias para elucidação do problema, se for o caso; 2) Planos Terapêuticos: nos quais se registram as indicações terapêuticas planejadas para a resolução ou manejo do problema da pessoa: medicamentos, dietas, mudanças de hábitos, entre outras; 3) Planos de Seguimento: nos quais se expõem as estratégias de seguimento longitudinal e continuado da pessoa e do problema em questão; 4) Planos de Educação em Saúde: nos quais se registram brevemente as informações e orientações apresentadas e negociadas com a pessoa, em relação ao problema em questão.

Anexo. Modelo de Relato de Casos Simplificados (tradicional)

Espaço da consulta:__________________________________________________________________(local, modalidade)
Profissão condutora:____________________
Tempo de duração da Consulta:___________

Nome___________________________________________________idade___________________Raça/cor_____________
Religião:_________________________________função:__________________sexo:_______________________________

Breve histórico de Vida:

Motivo da consulta:

Queixa Principal:

História da doença

Interrogatório por sistemas:

Antecedentes Patológicos:

Antecedentes comportamentais (atividades físicas, uso de drogas, alimentação):

Medicações em uso, motivo e tempo de uso:
Lista de problemas:
Lista de potenciais:
Hipótese diagnosticas:
Diagnósticos definitivos
Plano de cuidados:

Anexo. Modelo de Relato de Caso clinico

Instruções gerais
Deve-se tratar da descrição de casos clínicos envolvendo situações raras, nunca ou pouco descritas na literatura, assim como aquelas que incluam formas inovadoras de diagnóstico e/ou tratamento.
O artigo de relato de caso clínico deverá contar os seguintes itens: Título em português, Resumo, 1 Introdução, 2 Relato do caso clínico, 3 Discussão, Título em inglês, Abstract e Referências.
É imprescindível que sua submissão venha acompanhada do parecer de aprovação do Comitê de Ética que deve ser enviado como documento suplementar.
Segue modelo / sugestão:
TÍTULO EM PORTUGUÊS
RESUMO
Para artigos de relatos de casos clínicos, redigir um resumo com até 150 palavras. O resumo deverá conter as informações relevantes de forma clara e precisa, permitindo ao leitor ter uma ideia geral do estudo. Deverá ressaltar a originalidade do caso e seus aspectos clínicos, diagnósticos e terapêuticos mais importantes. Não usar abreviações e símbolos. Não citar referências.
Palavras-chave: Citar entre três e seis palavras ou expressões-chave. Deverão ser baseadas nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) publicado pela BIREME, que é uma tradução do Medical Subject Headings (MeSH) da National Library of Medicine e está disponível no endereço eletrônico http://decs.bvs.br. As palavras e/ou expressões devem ser separadas entre si por ponto final. Atenção às maiúsculas no inicio de cada palavra.
1 INTRODUÇÃO
A introdução deverá ser sucinta, apenas para introduzir o caso/diagnóstico e justificar a lacuna na literatura e sua importância para a comunidade científica, mas sem revisão extensa de literatura. Ao final, apresentar os objetivos do estudo de forma clara e precisa. Não deverão existir palavras em negrito.
2 RELATO DO CASO CLÍNICO
Descrever o caso com informações claras, ilustrando-o com fotos clínicas, com exames por imagens e resultados de exames histopatológicos e de outros exames laboratoriais, quando se aplicar. Citar a aprovação no Comitê de Ética em Pesquisa e submeter o parecer como documento suplementar. Citar ainda, a autorização do paciente/responsável para divulgação do caso clínico.
Ilustrações: Deverão ser citadas no texto e numeradas em algarismos arábicos na ordem de aparecimento, sempre com legenda explicativa. Entende-se por legenda explicativa: tipo de Ilustração e título. (São considerados tipos de Ilustração: Gráficos, Esquemas, Fotografias etc.) Deverão estar adequadamente inseridas no corpo do manuscrito e deverão ser anexados também como documentos suplementares, com qualidade satisfatória. Todo tipo de Ilustração deve apresentar fonte, ainda que sejam os próprios autores (como no exemplo de Tabela).
Fotografia 1 ― Paciente após controle da doença cárie, com perda da dimensão vertical.  Fonte ― Os autores (2009).
3 DISCUSSÃO
Associar o relato de caso a uma revisão sistemática da literatura, porém apresentá-la de forma comparativa e sucinta, podendo utilizar tabelas e gráficos. Deverão ser realçadas as informações novas e originais, comparado ao que foi achado na literatura e explicando as diferenças que ocorrerem. Explique os aspectos importantes do estudo e suas implicações, bem como suas limitações e faça recomendações decorrentes.
Tabelas: deverão ser citadas no texto e numeradas em algarismos arábicos na ordem de aparecimento, com título e legenda explicativa, quando se aplicar. Deverão seguir o padrão ABNT, utilizando apenas linhas horizontais, no cabeçalho e pé da Tabela. Não utilize linhas verticais. Todas as tabelas deverão apresentar a fonte, quando forem os autores.
Fonte ― Os autores (ano)
* Obs.: não é para colocar os sobrenomes é para ficar “Os autores (2010).” mesmo
TÍTULO EM INGLÊS
ABSTRACT
O abstract do manuscrito deve ser fiel ao resumo em Português e não uma versão. Deverá ser escrito por profissional reconhecido em traduções médicas.
Keywords: Citar os correspondentes aos descritores (palavras-chave) conforme aparecerem no DeCS. Deverão ser apresentados na mesma ordem em que foram citados.
REFERÊNCIAS
Todos os autores citados no texto deverão constar dessa seção. Ordene-as em ordem alfabética, seguindo as normas da ABNT. O alinhamento das referências deve ser à esquerda (não justificar).
Ex: 1 autor: KLOETZEL, 2001
2 autores: EATON; KONNER, 1985
3 autores: SILVA; MACEDO; ROCHA, 2008
mais de 3 autores: MANN et al., 1962
No texto, quando não estão entre parênteses, citar até 3 autores e, em caso de mais de 3, citar o primeiro seguido de “e outros”. Em caso de periódicos utilize seu nome por extenso (não abreviado) e não esqueça de introduzir a cidade da publicação do periódico.
Siga corretamente a formatação, os espaços e a pontuação, observando os exemplos.
Exemplo – texto em periódico científico:
MATSUDO, S. M. Atividade física na promoção da saúde e qualidade de vida no envelhecimento. Revista Brasileira Educação Física Especial, São Paulo, v. 20, n. 5, p. 135-137, set. 2006.
Exemplo – livro:
MARZANO-PARISOLI, M. M. Pensar o corpo. Petrópolis: Vozes, 2004.
Exemplo – dissertação / tese:
PRADO, S. M. A. Aderência à Atividade Física em Mulheres Submetidas a Cirurgia por Câncer de Mama. 183 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem), Faculdade de Enfermagem, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2001.
Exemplo – capítulo de livro ou texto dentro de outro:
KUITERS, A. T.; VAN BECKHOVEN, K.; ERNEST, W. H. O. Chemical of trees litters on herbaceous vegetation. In: FANTA, A. Forest dynamics research in Western in Central Europe. Washington: Pudoc, 1986. p. 140-170
Exemplo – consulta de site
WHO. World Health Organization. Health, history and hard choices: Funding dilemmas in a fast in a fast-changing world. Global Health Histories, Geneva, ago, 2006. Disponível em: <
http://www.who.int/global_health_histories/seminars/presentation07.pdf >. Acesso em 5 dez 2008.
 
Outras instruções:
Não identifique os autores no documento. A folha de rosto (ver modelo) deve ser enviada como documento suplementar.
As Ilustrações, tabelas e gráficos devem aparecer no texto (se houver) e devem também ser enviadas como documentos suplementares.
Atenção!
O manuscrito poderá conter até 2.000 (duas mil) palavras e 30 (trinta) referências. O texto deverá ser digitado em espaço 2 (duplo) em todas as seções, excetuando-se Tabelas e Ilustrações, seus títulos e legendas. Usar o processador de texto Microsoft Word® (favor gravar como doc, evitando docx) e fonte Times New Roman 12. Não dar destaque a trechos do texto: não sublinhar e não usar negrito. Ao submeter o manuscrito, abrir-se-á um protocolo. As fases até a aprovação são: 1. Check list de submissão (a fim de verificar se as normas de publicação na HU Revistas foram adotadas); 2. Avaliação por pares; 3. Correções, quando necessárias (e novas rodadas de avaliação, se preciso); e 4. Decisão editorial. Depois desse processo o manuscrito passa para a fase de editoração, com as devidas revisões de Português e ABNT. Concluídas todas as etapas descritas, o manuscrito pode então ser publicado, como artigo de relato de caso clínico.

Anexo. Como escrever um texto narrativo?
A estrutura de uma redação narrativa é a seguinte:
  • Apresentação / Introdução
  • Conflitos / Desenvolvimento
  • Clímax / Ápice da história
  • Conclusão / Desfecho
Assim como na  dissertação  a narrativa possui os três elementos básicos da estrutura de um texto que são introdução, desenvolvimento e conclusão. Na apresentação ou introdução o autor deve apresentar os personagens e suas especificidades ao leitor, situá-lo sobre o espaço e tempo daquela história. Ao desenvolvimento cabe a parte dos conflitos, onde os personagens encontram-se em situações difíceis e a história deve se desenrolar sem maiores dificuldades, o clímax é exatamente o ápice destas situações, a parte “x” que vai prender a atenção do leitor. E a conclusão é exatamente o desfecho destes conflitos, onde tudo tem ou não uma solução para os personagens.
Os narradores se dividem em três tipos diferentes. São eles:
  • Narrador-personagem:  Neste caso o narrador participa da história que ele mesmo conta, assumindo assim os dois papéis. Aqui a história é contada sempre em 1º pessoa.
  • Narrador-observador: É aquele que apenas observa os fatos e os relata sem interferência alguma. A história aqui é narrada em 3º pessoa .( forma a ser adotada no PIESC-4)
  • Narrador-onisciente: É aquele narrador que sabe de tudo o que se passa na trama e está presente até mesmo nos pensamentos dos personagens. A história neste caso também é contada em 3º pessoa.
Importante também para um bom texto narrativo é a criatividade do autor. Este estilo é sem dúvida o que predomina na literatura e o que não falta são livros para servir de inspiração. Escrever um texto que prenda a atenção do leitor é essencial, seja este texto um humor, drama ou mesmo um romance.
Retirado de: http://www.estudopratico.com.br/redacao-narrativa-tipos-e-dicas-de-como-escrever/


DIÁRIO DE AVALIAÇÃO DAS
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS
PIESC 4:

Orientações para utilização do Diário de competências:

Estudantes, Professores e Preceptores:
Este diário de avaliação das competências a serem adquiridas ao longo do PIESC-4, deve ser um instrumento a ser utilizado como um acompanhamento formativo dos estudantes em auto avaliação e avaliação de sua supervisão ( docente e preceptores).
Este diário esta subdividido nas 5 temáticas centrais da matriz de competências do revalida que são: atenção à saúde, tomada de decisão, administração e gerenciamento, educação permanente e comunicação. Estas temáticas contemplam também as Diretrizes Curriculares Nacionais e tem o intuito sintetizar, em uma tabela as seguintes especificações: na primeira coluna consta as competências gerais (representadas em algarismos romanos) e as competências específicas em algarismo arábico. Estas competências foram analisadas e definidas pelo um grupo de mais de 30 docentes a luz da referência da matriz do revalida.
Estas competências (primeira coluna) ganharam níveis de desenvolvimento a serem alcançados (segunda coluna) que tem na taxonomia do desenvolvimento educacional de Bloom a maior referência. Esta classificação é uma análise dos docentes do curso das metas de alcance, no que se refere as competências a serem adquiridas pelos estudantes.
Nas colunas seguintes (3 e 4) estão os ambientes educacionais prioritários e adjuvante para o desenvolvimento e aquisição, no nível que se espera das competências em questão.
As duas últimas colunas serão os campos de preenchimento da avalição dos estudantes da seguinte forma:
Cada estudante terá que ter pelo menos 3 avaliações registradas uma no início do PIESC (primeira semana) uma na 8 semana e uma na última semana.
A primeira deve ser uma auto avaliação do momento em que se encontra referente a competência sugerida, nesta auto avaliação o estudante utilizará a mesma classificação do nível de desenvolvimento que se espera, e fara sua análise da situação atual ou de partida antes do início do PIESC-4. A segunda avaliação deverá ser realizada pelo preceptor e ou o docente supervisor dos estagio nas USF. Esta avaliação deverá desencadeada pelo estudante que articulará com seu professor e ou preceptor uma data para feed back, perto da etapa mediana do PIESC-4 (entre as semanas 6 e 9). Esta coluna será preenchida, datada e rubricada com a seguinte classificação Insatisfatório (I), Precisa Melhorar(PM), Satisfatório(S).
A terceira avaliação deverá ser feita pelo estudante e pelo docente no intuito de observar o alcance da aquisição da competência ao final do módulo (PIESC-4) o estudante utilizara a classificação de Bloom, e o docente a análise de alcance (I,PM,S)


DIÁRIO DE AVALIAÇÃO DAS
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS
PIESC 4:

NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO E AQUISIÇÃO DAS COMPETÊNCIAS
(MODIFICADO A PARTIR DA TAXONOMIA DE BLOOM):

   1. CONHECIMENTO ( LEMBRAR INFORMAÇÕES E CONTEÚDOS PREVIAMENTE ABORDADOS)
   2. COMPREENSÃO (COMPREENDER E DAR SIGNIFICADO AO CONTEÚDO)
  3. APLICAÇÃO(USAR INFORMAÇÕES, MÉTODOS E CONTEÚDOS APRENDIDOS EM NOVAS SITUAÇÃO CONCRETAS)
   4. ANÁLISE (SUBDIVIDIR O CONTEÚDO EM PARTES MENORES PARA ENTENDER O CONTEÚDO FINAL)
   5. SINTESE (AGREGAR E JUNTAR PARTES COM A FINALIDADE DE CRIAR UM NOVO TODO)
   6. AVALIAÇÃO (JULGAR O VALOR DO MATERIAL PARA UM PROPÓSITO ESPECÍFICO)

   A. DESCONHECE
   B. RECONHECE TEORICAMENTE
   C. OBSERVOU VIRTUALMENTE
   D. OBSERVOU PRESENCIALMENTE
   E. REALIZOU PARCIALMENTE SOB SUPERVISÃO
   F. REALIZOU TOTALMENTE SOB SUPERVISÃO
   G. REALIZOU AUTONOMAMENTE 

P     Posteriormente anexarei a tabela com as competências a serem desenvolvidas, para que todos possam preencher suas auto-avaliações e visualizar a avaliação que farei de vocês.